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O PODER DO LEGADO

Pesquisas demonstram que histórias são lembradas até 22 vezes mais do que fatos isolados”. E elas são em torno de 300% mais produtivas num dado período de tempo.

Todo legado tem uma história. Essa história cria conexões emocionais com seu público, gera confiança e encanta. A proposta está na transmissão da cultura da organização, a fim de transmiti-la às novas gerações.

É um trabalho de ourives, um diamante a ser lapidado. Legado é uma arma poderosa nas mãos de quem sabe usá-lo. Gera criatividade, inovação, competência, originalidade, autenticidade, mas sobretudo mostra o talento do ‘savoir faire’ (saber fazer).

Nossa proposta é inédita. Queremos fazer o papel do ourives e transformar o seu legado numa joia. Mostrar a excelência do ‘savoir faire‘ (do saber fazer), até mesmo para ser entendida pelas novas gerações, pela equipe dos funcionários, enfim colocar ‘sobre a mesa’ o DNA da sua empresa. Onde  o cliente interno e externo, parceiros e fornecedores perceberão o seu valor  com a alma do fundador.

Após a tangibilização do legado, a história se perpetuará e irá impregnar a mente e o coração dos colaboradores e clientes.

MANIFESTO LEGADO

A EMPRESA COMEÇA COM UM ARTESÃO

Por isso podemos dizer que o artesão é o modelo da excelência:

  • Para ir em frente, ele olha para trás.
  • Une o passado e o presente.
  • Tem dentro de si o ‘savoir faire’ (saber fazer).
  • Tem uma dimensão histórica e a valoriza.
  • Detém o elemento chave: a excelência;
  • Faz as coisas melhor do que qualquer um, com o que tem nas mãos.
  • Tem amor pelo que faz e está sempre um busca do mais belo, do melhor.
  • Está do lado oposto da sociedade a qual busca uma formação rápida e um conhecimento superficial.
  • É típico do artesão fazer cada dia melhor, mais perfeito.

A cultura da excelência no DNA da sua empresa.

Após essa trajetória, a sua história se perpetuará e irá impregnar a mente e o coração dos colaboradores e clientes.

Tradição, criatividade, habilidade, territorialidade, competência, originalidade, talento, sensibilidade, autenticidade são critérios que identificamos como fundamentais para falar de legado.

A etiqueta “made in” não identifica somente o lugar onde o produto foi realizado, mas também e especialmente a cultura dos fundadores. É o DNA que está no coração de cada um que poderá fazer a diferença.

A consistência da etiqueta vem desse entendimento.

CASES

Uma empresa nos contatou porque queria que o produto produzido por eles e que já era de qualidade, transmitisse a cultura da empresa.

Foi um desafio, mas é o que amamos fazer.

Arregaçamos as mangas e fomos para o garimpo. Envolvemos os fundadores, afinal eram eles que davam o toque de ‘artesão’ e faziam a diferença.

Após escavar muito, encontramos um ‘diamante’: uma cultura linda, ainda não explorada, que deveria ser colocada em relevo. Percebemos que a luz (cultura) que emanava do diamante deveria percorrer a empresa, refrangir-se em todos os setores: finanças, marketing, comunicação, RH, funcionários, franqueados, fundadores, direção, franqueados, representantes, diretoria, etc.

O trabalho desenvolvido junto aos fundadores da empresa, foi um trabalho de ourives. Pegávamos com pinça pequenos detalhes que eles mesmos não conseguiam enxergar ou colher. Com tudo isso mãos, fomos para o laboratório e começamos um trabalho de polimento.

O resultado do trabalho de polimento levou a uma mudança de mentalidade entre os funcionários e equipe. Criou um elo entre o passado e o futuro, conexões emocionais com o cliente interno e externo e as novas gerações sentiram-se envolvidas.

O nosso desafio inicial tinha sido alcançado. Percorrer toda a pirâmide da empresa na sua transversalidade e fazer com que a ‘cultura da organização” expressasse a sua excelência, nos produtos e nos serviços. Eles estavam prontos a levar para frente a empresa por mais 50 anos.

No final, alguém comentou:
“Não temos medo de que alguém nos copie, porque a cultura da excelência está dentro de cada um de nós.”
“Se não colocarmos o cliente em contato com o nosso coração criativo, não seremos capazes de transmitir a nossa excelência cultural”.